Michael Gratzel |
No último dia levaram-nos a dois laboratórios de investigação. No primeiro apresentaram-nos a célula de combustível. No segundo apresentaram-nos as células fotoeletroquímicas sensiblizadas por corante, ou células de Gratzel. Estas células, inventadas por Michael Gratzel, são o novo método de transformação de energia solar em energia eléctrica que não utiliza os comuns cristais de silício mas sim outros materiais mais baratos ficando no geral mais barata mas, no entanto, não tão eficiente.
Painéis solares de silício |
Célula de Gratzel |
Neste modelo de célula solar utiliza-se um corante (pigmento), um material semi-condutor (dióxido de titânio) e um electrólito, dois pedaços de vidro especial, com um dos seus lados capaz de conduzir electricidade.
Funcionamento

Prós e contras
O grande problema dos painés solares de silício é que a sua rentabilidade está conformada a muitos factores. Este painés só trabalham praticamente entre as 3h e 5h da tarde, tendo o resto do dia um rendimento praticamente nulo, pois só absorvem raios solares que façam com estes um ângulo de 90º. Já os painés fotoeletroquimícos podem ser instalados em qualquer posição e, para além disso, podem ter qualquer cor, podendo ser usados na arquitectura como ornamento e, ao mesmo tempo, fonte de energia. No entanto, apesar de ser uma
forma limpa de energia, não possui preço acessível. Segundo a Revista Scientific
American Brasil (n. 92), "instalar um conjunto de painéis solares grandes o
suficiente para produzir toda a energia necessária para abastecer um edifício
custa o equivalente a pagar antecipadamente sete a dez anos de sua conta de
luz". Isso ocorre, principalmente, em função do alto custo necessário para a
purificação do silício de modo que possa ser utilizado em células solares. As células solares de
silício apresentam rendimento médio de 14% a 20%. Mostrando uma desvantagem das
"células de Grätzel" em relação às convencionais: com corantes naturais, a
eficiência gira em torno de 7% a 8% em laboratório; utilizando corantes
artificiais à base de Rutênio, já chegou-se à eficiência de
11%...
O objetivo dos investigadores que me apresentaram esta tecnologia era, segundo eles, desenvolvê-la de modo que pudesse ser introduzida no mercado.
O objetivo dos investigadores que me apresentaram esta tecnologia era, segundo eles, desenvolvê-la de modo que pudesse ser introduzida no mercado.
Bibliografia: http://www.esjcp.pt/areaprojecto/Site_GrupoD_EnergiasRenovaveis/design/pai_celgratzel.html
muito bom , sim continue nesse caminho promissor, nos brasileiro precisamos desenvolver tecnologia de
ResponderEliminargeração de energia limpa, tende de vários outros jeitos, nao deixe se contaminar pelas linguagens acadêmicas que tendem a complicar tudo.