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| O engenheiro Douglas Engelbart e o seu trabalho mais conhecido, o primeiro "rato" de computador. |
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quinta-feira, 4 de julho de 2013
Morreu Douglas Engelbart
O Cientista Português homenageia o engenheiro Douglas Engelbart, visionário e inventor do "rato", falecido ontem ( 3 de Julho de 2013) na sua casa de Atherton.
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Cientistas e engenheiros,
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sexta-feira, 21 de junho de 2013
Chegaremos a Marte?
A conquista de Marte será a grande aventura humana do séc.XXI. Já se fazem os primeiros planos para esta viagem, mas estará o homem preparado para tal?
Problemas psicológicos
Micrometeórides

O impacto de micrometeoroides e de outros corpos celestes (cometas, asteroides...) são ainda um potencial risco. As naves espaciais e satélites colidem frequentemente com micrometeórides, pelo que são um problema a ter em conta.
Bibliografia:
http://www.dn.pt/inicio/ciencia/interior.aspx?content_id=3182014&page=3, consultado em 21/06/13
http://mars-one.com/en/about-mars-one/about-mars-one, consultado em 21/06/13
http://news.discovery.com/space/history-of-space/mission-to-mars-health-risks-110718.htm, consultado em 21/06/13
A ideia de um voo tripulado a Marte tem ganhado muitos adeptos nos últimos anos, de tal forma que a organização não-governamental holandesa Mars One quer colocar seres humanos em Marte em 2023, tendo lançado em 22 de Abril deste ano um programa de recrutamento de voluntários. O projeto é apadrinhado pelo prémio Nobel da Física de 1999 Bas Landsdorp e tem um orçamento de 4,6 mil milhões de euros. Há candidatos provenientes de mais de cem países (segundo Bas Landsdorp), contudo ainda não há nenhum português inscrito. Veja o vídeo de apresentação do projeto:
Os candidatos a astronautas terão que ter mais de 18 anos, com capacidade de criar e manter relacionamentos, que sejam capazes de auto-análise e confiança, que sejam curiosos, criativos, flexíveis e desembaraçados, que tenham noções básicas de inglês e que tenham a plena noção de que esta poderá ser uma viagem sem regresso à Terra.
As candidaturas estão abertas até 31 de Agosto. No total, a organização procura 24 astronautas, que serão enviados para Marte em grupos de quatro (dois homens e duas mulheres, para que possam reproduzir-se), para estadias de sete meses. O primeiro grupo parte para Marte em Setembro de 2022. De dois em dois anos será enviado um novo grupo, que no Planeta vermelho viverá em casas de 50 metros quadrados e cultivará os seus próprios alimentos.
Os astronautas selecionados serão treinados entre 2016 e 2021 em compartimentos que simularão as condições físicas e atmosféricas marcianas. Os finalistas serão escolhidos pela Mars One e através de um programa televisivo, havendo a possibilidade da estadia em Marte ser filmada.
Quais são os riscos de uma viajem a Marte?
O programa Mars One tem sido visto com reservas e algum ceticismo por parte de diversas agências espaciais ( INTA e ESA, por exemplo). De facto, vários riscos se colocam àqueles que tiverem a ousadia de "embarcarem" numa viagem para Marte. Apresentam-se, em seguida, três dos principais.
Radiação
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| Moléculas de DNA sendo atravessadas por partículas pesadas |
Segundo um estudo da New Scientist, este é o maior perigo para a viajem a Marte. Os raios cósmicos consistem em protões e núcleos atómicos pesados que se deslocam a altas velocidades e que podem destruir moléculas de DNA, elevando significativamente o risco do aparecimento de cancro.
Microgravidade
Os intrépidos viajantes de uma missão a Marte estariam, em princípio, sujeitos a gravidade zero. Apesar de parecer divertido poder flutuar até à casa-de-banho, o corpo humano nesta condições está sujeito a diversos problemas:
- Perda de massa óssea (cerca de 1% por mês);
- Desmaios após entrar num campo gravitacional;
- Problemas cognitivos, incluindo sintomas de Alzheimer;
- A fraqueza e falta de aptidão cardiovascular;
- Atrofia muscular
Problemas psicológicos
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| Astronauta Donald K. e o cosmonauta Aleksey Leonov . |
Colocar seis ou sete peossoas num espaço confinado por 18 meses, enviá-las para um lugar onde ninguém esteve antes, com nenhuma maneira de escapar, é susceptível de produzir stresse, tensão e, talvez, problemas psiquiátricos graves, de acordo com o estudo NASA's 2009 Human Research Program report.
Micrometeórides
O impacto de micrometeoroides e de outros corpos celestes (cometas, asteroides...) são ainda um potencial risco. As naves espaciais e satélites colidem frequentemente com micrometeórides, pelo que são um problema a ter em conta.
Bibliografia:
http://www.dn.pt/inicio/ciencia/interior.aspx?content_id=3182014&page=3, consultado em 21/06/13
http://mars-one.com/en/about-mars-one/about-mars-one, consultado em 21/06/13
http://news.discovery.com/space/history-of-space/mission-to-mars-health-risks-110718.htm, consultado em 21/06/13
http://www.ccvalg.pt/astronomia/noticias/2013/06/7_radiacao_marte_curiosity.htm, consultado em 21/06/13
Etiquetas: Ciência
Astronáutica,
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sexta-feira, 4 de janeiro de 2013
Jogos Mentais | euronews, innovation
Reportagem da Euronews sobre jogos mentais. Muito bom, aconselho a ver.
Jogos Mentais | euronews, innovation
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quinta-feira, 20 de setembro de 2012
Endeavour faz as sua última viagem preso a um Boing 747
O vaivém norte-americano Endeavour iniciou nesta quarta-feira sua última viagem preso a um Boeing 747 que partiu da Flórida (sudeste) com destino à Califórnia (oeste), onde será exposto no museu California Science Centre.

O Space Shuttle da NASA começou a bater recordes com seu primeiro lançamento em 12 de abril de 1981 e continuou a alcançar marcas elevadas de desempenho e resistência durante de 30 anos de missões. Começando com o Columbia e continuando com o Challenger, Discovery, Atlantis e Endeavour, a nave espacial levou pessoas para órbita diversas vezes, lançou, reparou e recuperou satélites, conduziu à realização uma pesquisa com diversos contributos para a ciência e tecnologia e construiu a maior estrutura humana no espaço, a Estação Espacial Internacional. A última missão da nave espacial, STS-135, terminou em 21 de julho de 2011 quando o Atlantis chegou ao porto de origem, o NASA's Kennedy Space Center , na Flórida.
Como primeira nave espacial reutilizável da humanidade, o vaivém espacial aumentou os limites da descoberta sempre para mais longe, exigindo não apenas tecnologias avançadas, mas também o esforço enorme de várias equipas de cientistas e engenheiros. Milhares de funcionários públicos e contratados em todo centros da NASA e em todo os Estados Unidos da América têm demonstrado um firme compromisso com o sucesso da missão e do objetivo maior de exploração do espaço.
Como primeira nave espacial reutilizável da humanidade, o vaivém espacial aumentou os limites da descoberta sempre para mais longe, exigindo não apenas tecnologias avançadas, mas também o esforço enorme de várias equipas de cientistas e engenheiros. Milhares de funcionários públicos e contratados em todo centros da NASA e em todo os Estados Unidos da América têm demonstrado um firme compromisso com o sucesso da missão e do objetivo maior de exploração do espaço.
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sexta-feira, 14 de setembro de 2012
O Saturno V
O Saturno V era o maior foguete jamais construído pelo homem. Qualquer coisa que fosse usada na construção deste enorme veículo era gigantesca. O edifício onde se fazia a sua montagem tinha a altura de 36 andares. O veículo especial que o transportava à plataforma de lançamento era o maior meio de transporte terrestre jamais construído e deslocava-se à velocidade 28 000 km/h. A torre era tão alta como um arranha-céus de 45 andares e os três andares do foguete ultrapassavam, com a nave Apollo, os 110m. Cheio de combustível, este foguete pesava cerca de 2,8 milhões de quilogramas, o peso de cerca de 400 elefantes.A construção do Saturno tinha começado em 1961 com modelos mais pequenos, como o Saturno 1 e 1b. Com estes foguetes, o módulo de comando da Apollo foi testado diversas vezes em órbita circunterreste,mas estas primeiras versões eram incapazes de chegar à Lua. O primeiro teste, em terra, do Saturno V serviu para testar a sua extraordinária potência: podia transportar 129 ton em órbita baixa e, facilmente, 45,5 ton até à Lua. Para estabelecer um comparação podemos recordar o Space Shuttle, uma das maiores e mais pesadas aeronaves das astronáutica actual, transporta apenas 30 ton em órbita baixa. Das sondas Luna, nem vale a pena falar. O baptismo oficial do Saturno V ocorreu com uma das missões mais memoráveis da história do espaço: a Appolo 8. Com esta missão os astronautas Borman, Lovell e Anders deixaram pela primeira vez a Terra para se dirigirem à Lua e entrarem em órbita à sua volta. Não estava prevista a descida, mas o primeiro voo de três homens para longe da Terra emocionou (talvez quanto como a Appolo 11) o planeta inteiro. Impelido pelos potentes motores do Saturno V, o módulo de comando da Appolo 8 chegou à Lua com sucesso, e de lá viu surgir, sobre horizonte lunar, desolado e esburacaso de crateras, o disco azul e branco da Terra: um momento sem igual.
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| O projeto deste arquétipo da engenharia aerospacial do séc.XX foi comandado por Wernher von Braun and Arthur Rudolph.
Bibliografia: "A conquista do Espaço", Enciclopédia Pedagógica Universal, 6ºVolume, Matosinhos, QUIDNOVI ,2002;
http://www.nasa.gov/home/index.html |
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sexta-feira, 31 de agosto de 2012
Nano-carro
Esta é uma imagem de um nano carro-de-corrida feita em 4 minutos, utilizando uma impressora a 3D. O tamanho deste carro-de-corrida é cerca de duas vezes a largura de cabelo humano.
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quarta-feira, 29 de agosto de 2012
Space Shuttle - cronologia das missões
O programa de 30 anos da Space Transportation System (STS) chegou ao fim a 21 de julho de 2011. A frota da nave espacial transportou o Telescópio Espacial Hubble, a Estação Espacial Internacional, e dezenas de satélites, sondas espaciais, tripulação e mantimentos. Duas naves foram perdidas: Challenger em 1986 e Columbia, em 2003. O pouso da Atlantis no Centro Espacial Kennedy, marcou o fim de uma era, depois de 135 missões. Este vídeo mostra todos elas em ordem cronológica....
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Astronáutica,
História da ciência e tecnologia,
Tecnologia
Aquarius - o laboratório submerso
Ao largo da costa da Flórida, 17 metros abaixo da superfície, está Aquarius - o único laboratório activo no mundo submarino. Os cientistas podem viver no Aquarius até duas semanas, dando-lhes imenso tempo para estudar a comunidade de recife de coral. No entanto, por causa do avultado orçamento das próximas operações militares, o Congresso dos EUA pode retirar o financiamento do laboratório. Mark Schrope mergulhou para conhecer os pesquisadores que estão tentando salvar esta icónica base subaquática.
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terça-feira, 28 de agosto de 2012
Curiosity - Marte à primeira vista
Em 5 de Agosto a NASA aterrou com sucesso seu rover Curiosity, em Marte. Desde o desembarque, o robô capturou algumas imagens impressionantes do planeta vermelho. Neste vídeo, os cientistas da NASA John Grotzinger e Joy Crisp conversam sobre o que temos visto até agora, e o que podemos
encontrar quando o Curiosity se dirigir para Monte Sharp - onde esperam encontrar sinais de água!
encontrar quando o Curiosity se dirigir para Monte Sharp - onde esperam encontrar sinais de água!
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Mulher parapelégica move robô com a sua mente
Cathy Hutchinson tem sido incapaz de mover os seus próprios braços e pernas por 15 anos. Mas usando a mais avançada interface cérebro-máquina já desenvolvida, ela agora pode guiar um braço robótico para uma garrafa, buscá-lo, e beber seu café da manhã! A interface inclui um sensor implantado no cérebro de Cathy, que "lê" seus pensamentos, e um descodificador, que transforma os seus pensamentos em instruções para o braço robótico. Neste vídeo, veja Cathy controlar o braço e ouça a equipa por trás do estudo pioneiro. Fantástico!
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Telescópio Hubble
O lançamento do telescópio espacial Hubble representa uma das mais importantes revoluções dos últimos cinquenta anos no campo da astronomia e astrofísica. Este arquétipo astronómico tem um currículo de fazer inveja a qualquer telescópio astronómico terrestre, devido principalmente à sua posição priveligiada: o Hubble encontra-se acima do manto da atmosfera terrestre e, por isso, não é afectado pelas turbulências atmosféricas, tendo assim uma nitidez de imagem acentuada.O Hubble tem a forma de um longo cilindro com 4,27 metros de largura e 13,3m de comprimento. O espelho principal têm um diâmetro de 2,4 metros e o seu peso é de 11 toneladas. Foi colocado em órbita terrestre, a 600 quilómetros de altitude, pela nave Discovery em 1990.
Dentro de poucas semanas após o lançamento do telescópio, pelas imagens que voltavam, ficou evidente que havia um sério problema com o sistema óptico. Embora as imagens parecessem de início ser mais nítidas do que as imagens obtidas em terra, o telescópio falhou em obter um foco tão exato como esperado. Depois de vários estudos, descobriu-se que a curvatura do espelho não era perfeita. O defeito era imperceptível a olho nu, um deformação menor do que a espessura de um cabelo, que no entanto teve sérias consequência, resultando numa aberração esférica grave, que detiorava bastante a qualidade de imagem. O telescópio e a NASA foram alvos de chacota, tendo este primeiro sido comparado ao Titanic, ao dirigível Hindeburg e ao carro falhado da Ford Motor Company, Edsel.
| Comparação das imagens antes e depois do reparo do espelho do Hubble |
Ao fim de mais de três anos após o lançamento, numa missão do Endeavour, os astronautas recuperaram o telescópio espacial e colocaram-lhe lentes corretoras, um "par de óculos" que finalmente tornaram a vista perfeita. Os astronautas voltaram a visitar o Hubble ainda uma segunda vez, em Fevereiro de 1996, para substituir dois instrumentos por aparelhos ainda mais sofisticados. A partir do momento em que a sua visão foi corrigida, o telescópio efectuou descobertas atrás de descobertas.

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| Astronautas treinando para futura manutenção no Hubble |
Fotografou tudo, deliciando tanto astrónomos amadores como profissionais, e mostrou ao público em geral como a ciência da astronomia pode ser maravilhosa e divertida. Infelizmente, o Hubble está a ficar "velhinho", e sua desativação está prevista para 2020. No entanto,imagens de nebulosas, buracos negros, estelas gigantes, supernovas, galáxias e quasares a quase 12000 milhões de anos-luz, discos protoplanetários e uma infinidade de outros astros celestes ficaram gravadas para a posteridade nos arquivos da Humanidade. O legado que este telescópio nos deixa é tão quase tão grande como aquele que lhe deu o nome, o grande cientista e astrónomo Edwin Hubble.
| Nebula Planetária M2-9 |
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| Galáxia Espiral M1000 |
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| Galáxia I Zwicky 18 |
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| Galáxia Cluster Abell 520 (HST-CFHT-CXO Composite) |
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| Júpiter |
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| "Mystic Mountain" |
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| Nebulosa de Caranguejo (Combined X-Ray and Optical Images ) |
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| Supergigante-vermelha V838 Monocerotis |
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| Estrela Maciça VY Canis Majoris - Polarized Light |
| "Pilares da Criação"- Nebulosa da Àguia E muito MAIS... |




O Universo onde vivemos é mesmo maravilhoso :)
Bibliografia: "A conquista do Espaço", Enciclopédia Pedagógica Universal, 6ºVolume, Matosinhos, QUIDNOVI ,2002;
http://hubblesite.org/
http://pt.wikipedia.org/wiki/Telesc%C3%B3pio_espacial_Hubble
http://hubblesite.org/
http://pt.wikipedia.org/wiki/Telesc%C3%B3pio_espacial_Hubble
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Nano-foto num fio de cabelo!
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| Imagem da capa de Playboy reduzida |
Na publicação científica Nature Nanotechnology, os cientistas explicam que o método usado para imprimir a foto pode produzir imagens coloridas de até 10 mil pontos por cada 2,5 centímetros, 10 vezes mais que uma impressora ‘normal’.
Em vez de usarem tintas normais e a impressão convencional, os investigadores produziram as cores com nanopartículas de prata e ouro ‘incrustadas’ numa superfície de silicone. Segundo dizem, o método pode ser usado para imprimir marcas d'água ou mensagens secretas para fins de segurança.
“A nossa estratégia de mapeamento de cores produz imagens
que têm, ao mesmo tempo, mudanças bruscas de cor e tênues variações de tom,
suporta um grande volume de impressões coloridas e pode ser útil para criar
micro-imagens para segurança”- referem
os cientistas do estudo
Antes de ser banhada em metal, a imagem foi ‘desenhada’ em silicone. O aparelho, que costuma ser usado para a fabricação de circuitos integrados em escala nanométrica, forma a figura com pequenos pontos de tamanhos diversos. Em seguida, o pedaço de silicone foi banhado numa camada de metal. O depósito do metal dentro dos pontos criou ‘nanodiscos’ metálicos dentro da figura.
A luz reflecte em cada um dos nanodiscos numa frequência distinta, criando diferentes cores. Por causa do tamanho e da necessidade da luz, a imagem colorida só consegue ser vista ao microscópio.
Bibliografia: http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=55227&op=all
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segunda-feira, 27 de agosto de 2012
Curiosity
Aqui está o último vídeo publicado na NASA (27/08/12) sobre o Curiosity. Neste vídeo, Torsten Zon apresenta-nos as últimas novidades da sonda espacial que está operar em Marte. A utilização do braço pela primeira vez, da ChemCam, o teste de manutenção das rodas, a apresentação do SAM e do próximo objetivo da sonda espacial, Glenelg.
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domingo, 5 de agosto de 2012
Células de Gratzel
Entre 23 e 27 de Agosto participei no programa "Vamos experimentar a Engenharia Química", da Universidade Júnior do Porto. Foi uma experiência bastante interessante: conheci novas pessoas, diverti-me e, para além disso,aprendi bastante.
A equipa de monitores era constituída por dois estudantes de engenharia química do 4ºano, a Liliana e o Pedro, e uma engenheira de Minas, a Sofia. Com a ajuda deles fizemos várias experiências, tendo sido a parte de manhã mais centralizada para a engenharia química, medindo caudais e testando a condutividade dos solos, por exemplo. Depois do almoço, passávamos a tarde no laboratório de química. Fizemos várias experiências: medimos o ph de algumas substância do dia-a-dia, criámos um tipo de nylon, fizemos alcóol vinílico ( uma espécie de pega-monstro)... Tudo isto na FEUP.
No último dia levaram-nos a dois laboratórios de investigação. No primeiro apresentaram-nos a célula de combustível. No segundo apresentaram-nos as células fotoeletroquímicas sensiblizadas por corante, ou células de Gratzel. Estas células, inventadas por Michael Gratzel, são o novo método de transformação de energia solar em energia eléctrica que não utiliza os comuns cristais de silício mas sim outros materiais mais baratos ficando no geral mais barata mas, no entanto, não tão eficiente.
Quando a célula é exposta a luz solar os fotões são absorvidos pelo corante, excitando electrões que passam para o dióxido de titânio e por sua vez para o vidro condutor , seguindo o circuito, onde serão utilizados como energia útil. Após estas fases esses electrões atravessam o electrólito pelo catalisador (camada de grafite) indo recombinar-se com o corante que fica assim preparado para receber um novo fotão e repetir-se o processo.
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| Michael Gratzel |
No último dia levaram-nos a dois laboratórios de investigação. No primeiro apresentaram-nos a célula de combustível. No segundo apresentaram-nos as células fotoeletroquímicas sensiblizadas por corante, ou células de Gratzel. Estas células, inventadas por Michael Gratzel, são o novo método de transformação de energia solar em energia eléctrica que não utiliza os comuns cristais de silício mas sim outros materiais mais baratos ficando no geral mais barata mas, no entanto, não tão eficiente.
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| Painéis solares de silício |
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| Célula de Gratzel |
Neste modelo de célula solar utiliza-se um corante (pigmento), um material semi-condutor (dióxido de titânio) e um electrólito, dois pedaços de vidro especial, com um dos seus lados capaz de conduzir electricidade.
Funcionamento
Quando a célula é exposta a luz solar os fotões são absorvidos pelo corante, excitando electrões que passam para o dióxido de titânio e por sua vez para o vidro condutor , seguindo o circuito, onde serão utilizados como energia útil. Após estas fases esses electrões atravessam o electrólito pelo catalisador (camada de grafite) indo recombinar-se com o corante que fica assim preparado para receber um novo fotão e repetir-se o processo.
Prós e contras
O grande problema dos painés solares de silício é que a sua rentabilidade está conformada a muitos factores. Este painés só trabalham praticamente entre as 3h e 5h da tarde, tendo o resto do dia um rendimento praticamente nulo, pois só absorvem raios solares que façam com estes um ângulo de 90º. Já os painés fotoeletroquimícos podem ser instalados em qualquer posição e, para além disso, podem ter qualquer cor, podendo ser usados na arquitectura como ornamento e, ao mesmo tempo, fonte de energia. No entanto, apesar de ser uma
forma limpa de energia, não possui preço acessível. Segundo a Revista Scientific
American Brasil (n. 92), "instalar um conjunto de painéis solares grandes o
suficiente para produzir toda a energia necessária para abastecer um edifício
custa o equivalente a pagar antecipadamente sete a dez anos de sua conta de
luz". Isso ocorre, principalmente, em função do alto custo necessário para a
purificação do silício de modo que possa ser utilizado em células solares. As células solares de
silício apresentam rendimento médio de 14% a 20%. Mostrando uma desvantagem das
"células de Grätzel" em relação às convencionais: com corantes naturais, a
eficiência gira em torno de 7% a 8% em laboratório; utilizando corantes
artificiais à base de Rutênio, já chegou-se à eficiência de
11%...
O objetivo dos investigadores que me apresentaram esta tecnologia era, segundo eles, desenvolvê-la de modo que pudesse ser introduzida no mercado.
O objetivo dos investigadores que me apresentaram esta tecnologia era, segundo eles, desenvolvê-la de modo que pudesse ser introduzida no mercado.
Bibliografia: http://www.esjcp.pt/areaprojecto/Site_GrupoD_EnergiasRenovaveis/design/pai_celgratzel.html
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